Embora o estudo tenha sido baseado no Reino Unido,
os resultados reflectem um pouco a realidade a que se assiste um
pouco por todo o lado.
De acordo com uma pesquisa conduzida pela BBC, através do
programa Newsbeat da BBC Radio 1, com terapeutas sexuais e de
relacionamento, está a aumentar o número de homens
britânicos viciados em sexo. Segundo a sondagem, entre os 43
especialistas britânicos entrevistados, cerca de 80% avaliam
que o vício em sexo é um problema. Embora o estudo
tenha sido baseado no Reino Unido, os resultados reflectem um pouco
a realidade a que se assiste um pouco por todo o lado.
A pesquisa revela ainda que a forma mais comum desta
condição se revelar prende-se com o uso obsessivo de
pornografia pela Internet. Segundo os terapeutas, em casos mais
graves, alguns "viciados" passam até oito horas por dia em
sites pornográficos e correm o risco de perder o trabalho ou
o parceiro devido à sua obsessão. E esta
prática, apontada por 74% dos terapeutas inquiridos como a
mais nefasta, está-se a tornar cada vez mais comum. A
pesquisa aponta ainda que esta é prática mais
frequente entre os viciados em sexo, quando comparados com o sexo
casual frequente, o sexo de risco e o uso de prostitutas, que
são relativamente comuns entre estes. De acordo com os
terapeutas, o aumento do uso de sites pornográficos deve-se
a este ser visto, entre os viciados, como "anónimo, barato e
seguro".
De acordo com Christine
Lacy, consultora da Relate - empresa de aconselhamento matrimonial
e de terapia sexual -, "nos últimos dois anos, a empresa
testemunhou um aumento no número de pessoas que abusam do
uso de sites pornográficos e cujo comportamento sexual
compulsivo está a causar problemas no relacionamento." Para
a terapeuta, este tipo de conduta abusiva causa um impacto na vida
pessoal e profissional dos viciados em sexo. "Os parceiros ficam
furiosos e sentem-se traídos", afirmou. "Enquanto alguns
podem apoiar os viciados, outros não conseguem continuar a
relação, o que acaba por causar um impacto nos
filhos, no trabalho e na restante família."
News
Cresce o numero de viciados em sexo (News) Inserido Wednesday 09 April 2008 17:52
Portugueses com muito sexo... mas insatisfeitos (News) Inserido Wednesday 09 April 2008 17:34
Os homens
portugueses são os que dizem fazer mais sexo, indica um
estudo sobre saúde e estilo de vida realizado em 20
países que também indica que os «machos»
portugueses são dos mais insastifeitos com a sua vida
sexual.
«Os portugueses são os primeiros da lista de 20
países no que respeita à alimentação
saudável e ao sexo», diz o estudo Global Health Survey
promovido pela revista masculina Men's Health e divulgado pela
Lusa.
Apesar do primeiro lugar em «relações sexuais
declaradas» e quartos lugares no «número de
parceiras sexuais por ano» e «experiência de
casos extra-conjugais», na média ponderada entre sexo
e relações pessoais Portugal aparece em oitavo lugar,
atrás do Reino Unido (1º), Polónia, Holanda,
Roménia, Filipinas, Índia e Ucrânia.
O score ponderado resulta da inclusão de vários
factores: frequência semanal de sexo, número de amigos
próximos, satisfação com a vida sexual, taxa
de crescimento da população divorciada, taxa de
matrimónio, número de parceiras sexuais,
frequência de masturbação e casos
extra-conjugais.
Por exemplo, no ítem «satisfação com a
sua vida sexual» os portugueses estão em
penúltimo, 19º lugar. Com tudo isto ponderado, Portugal
fica em oitavo lugar no ranking Sexo/Relações
Pessoais.
A mesma pesquisa também aponta Portugal como «o
sétimo melhor país em termos de saúde
masculina». No campo da alimentação, Portugal
lidera o ranking - «fruto dos bons hábitos alimentares
associados à designada dieta mediterrânica» -
apresentando o maior consumo de peixe e marisco, o terceiro lugar
em consumo de vegetais e o quarto em consumo de fruta»,
explica a Men¿s Health.
Segundo o inquérito, os homens mais felizes do mundo
são os mexicanos, os filipinos são os que possuem
amizades mais significativas, os norte-americanos são os que
têm as maiores barrigas, os alemães são os que
passam mais tempo de férias e os que mais trabalham
são os indianos.
No campo da saúde Portugal ocupa o meio do ranking (10ª
posição) devido a factores como o colesterol, o
índice de mortalidade por doenças cancerígenas
e por acidentes vasculares cerebrais, a prevalência de
diabetes ou o nível de hipertensão ou pressão
arterial elevada.
Conjugando todos os factores, Portugal «ocupa um grau de
felicidade mediano (13º lugar), suportado por uma
posição intermédia (10ª) no ranking da
despesa do consumidor em lazer, explicado pelo padrão do
poder de compra da população em geral», de
acordo com o mesmo estudo.
O estudo, que envolveu 20 mil homens em 20 países e incidiu
sobre as áreas da saúde, nutrição,
sexo/relacionamentos, emprego/stress e fitness/emagrecimento, foi
complementado com dados das Organização Mundial de
Saúde, Euromonitor International e Organização
Internacional do Trabalho das Nações
Unidas.







